O Sistema ESO solicita os 4 primeiros dígitos do CPF exclusivamente para fins de controle técnico da pesquisa, sem qualquer finalidade de identificação individual. Essa prática está alinhada às exigências da NR-1, que determina que avaliações psicossociais sem controle de anonimato e unicidade sejam consideradas falhas.
Finalidade do dado
Garantir que cada colaborador responda apenas uma vez, evitando respostas duplicadas e preservando a integridade estatística da pesquisa.
Nível de exposição
Os 4 primeiros dígitos não identificam uma pessoa isoladamente, não permitem consulta pública e não expõem o número completo do CPF. Trata-se de informação parcial e insuficiente para qualquer identificação individual.
Tratamento das respostas
As respostas são anonimizadas: o CPF não aparece nos relatórios, não há vínculo entre respostas e nomes, e os resultados são apresentados apenas de forma consolidada, sem acesso individual às respostas dos participantes.
Foco da análise
Toda a avaliação tem caráter coletivo, voltado à identificação de tendências e riscos psicossociais no ambiente de trabalho — nunca ao monitoramento individual de colaboradores.
Central de Ajuda